Por Calil Neto
16 de março de 2026
Zootopia 2 (2025) da Disney de Jared Bush e Byron Howard é a sequência da bem sucedida animação de 2016 com o marcante bicho-preguiça. Um dos personagens mais marcantes da franquia, que é engraçado e que retorna nesta sequência em um carro super veloz. Zootopia 2 estava na categoria de melhor animação no Oscar 2026, mas infelizmente perdeu para a animação da Netflix Guerreiras do K-Pop (2025). Um filme que estava na categoria e que também gostei é Elio (2025) da Disney/Pixar, que achei muito fofinho.
Zootopia vem do termo utopia ou mundo ideal. No caso, seria o mundo animal ideal, sem brigas e preconceitos. Na sequência, temos os policiais da DPZ (Departamento de Policia de Zootopia), a coelha Judy Hopps e a raposa Nick Wilde, que vão desvendar um mistério de cobra que envolveu Zootopia e a família de gatos do mal Linceslei. O olhar do gato Patalberto, que se mostra amigo dos policiais Judy e Nick, me lembrou do olhar do vilão Scar de O Rei Leão de 1994. No longa, ficamos sabendo que Zootopia foi criada pela bisavó da serpente Gary e não foi criada por mamíferos e ela queria que todos os animais fossem acolhidos e não tivesse uma desunião como acontece com os répteis na animação. Uma animação que fala do respeitar das diferenças e fala da questão da nossa essência, o que viemos fazer aqui na Terra, como diz a própria música Zoo de Shakira. O filme Elio (2025) também aborda a questão da nossa essência, assim como a animação Soul que vem na tradução do português Alma de 2020.
Nota: 4,0.

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